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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

TAMANHOS DE FORMAS, RENDIMENTOS e PORÇÕES:


Fôrmas retangulares

Pequena – 30cm x 22cm

Média – 35cm x 25cm

Grande – 40cm x 28cm

Fôrmas redondas

Pequena – 22cm de diâmetro

Média – 26cm de diâmetro

Grande – 30cm de diâmetro

Fôrmas de buraco no meio

Pequena – 20cm de diâmetro

Média – 22cm de diâmetro

Grande – 24cm de diâmetro

Fôrma de aro removível

Pequena – 20cm de diâmetro

Média – 22cm de diâmetro

Grande – 24cm de diâmetro

Fôrmas para pão ou bolo inglês

Pequena – 23cm x 10cm x 7cm

Média – 27cm x 12cm x 7cm

Grande – 31cm x 12cm x 7cm


Como calcularmos fatias de bolos:




Fatias de bolo geralmente são cobradas mais caras que o bolo inteiro. O número de fatias vai depender do tamanho que você irá cortá-las. Um bolo retangular (40 cm x 30cm) com 5 cm de altura poderá render de 48 a 50 pedaços. Quanto ao bolo redondo, nas casas onde vendem produtos para confeitaria; há cortadores que vem na medida certa.

Uma fatia de bolo deverá ter de 80 a 120 grama; 100 gramas é o ideal.

Na venda de bolos devemos ser honestas (os) e ponderadas (os).

As grandes confeitarias e organizadores de festas, optam por vender seus bolos no formato redondo. Um bolo redondo de aro 24 cm, rende 16 fatias de 100 gramas cada.

O que escrevi (acima) e as tabelas que serão apresentadas (abaixo) não são rígidas e devem servir apenas de orientação. Observe que há muita variação.

Baseando-se num pedaço de bolo de 100 gramas; sendo um bolo alto, a fatia será estreita. Um bolo baixo, a fatia será mais larga.

Tabela Wilton e tabela Pelo Orkut

Retangular Retangular

35cm x 25cm = 48 fatias                                      30cm x 35 cm = 50 fatias
40cm x 30cm = 65 fatias                                      35cm x 25 cm = 35 fatias
45cm x 30cm = 74 fatias                                      30cm x 50cm = 100 fatias
50cm x 40cm = 110 fatias                                    40cm x 30cm = 50 fatias
55cm x 45cm = 136 fatia                                      40cm x 60cm= 150 fatias
75cm x 45cm = 180 fatias                                     45cm x 30cm = 70 fatias
45cm x 35cm = 100 fatias
50cm x 40cm = 130 fatias
75cm x 45cm = 200 fatias

Redonda: Redonda


15 cm = 12 fatias                                                  15cm = 10 fatias
20cm = 24 fatias                                                   20cm = 16 fatias
25cm = 38 fatias                                                   23cm = 20 fatias
30cm = 56 fatias                                                   25cm = 30 fatias
35cm = 78 fatias                                                   28cm = 32 fatias
40cm = 100 fatias                                                 30cm = 40 fatias
35cm = 50 fatias
40cm = 70 fatias
45cm = 80 fatias
50cm = 100 fatias

Quadrada: Quadrada (lado rendimento)


15 cm = 18 fatias                                                 15cm = 12 fatias
20cm = 32 fatias                                                  20cm = 24 fatias
25cm = 50 fatias                                                  25cm = 30 fatias
30cm = 72 fatias                                                  30cm = 50 fatias
35cm = 98 fati                                                     35cm = 60 fatias
40cm = 128 fatias                                                40cm = 90 fatias
45cm = 162 fatias                                                45cm = 110 fatias
50cm = 150 fatias

Coração:

15cm = 14 fatias
20cm = 22 fatias
25cm = 38 fatias
30cm = 56 fatias
35cm = 72 fatias
40cm = 94 fatias

Oval: Oval


30cm x 20cm = 25 fatias                                      30cm = 30 fatias
40cm x 30cm = 50 fatias                                      40cm = 50 fatias
50cm x 40cm = 85 fatias                                       50cm = 80 fatias
55cm x 45cm = 110 fatias                                    55cm = 100 fatias
60cm x 50cm = 130 fatias                                    60cm = 150 fatias
65cm x 55cm = 155 fatias                                   65cm = 200 fatias

Hexagonal(Sextavada):

15cm = 12 fatias
20cm = 26 fatias
25cm = 40 fatias
30cm = 70 fatias

Pétala:

15cm = 8 fatias
20cm= 18 fatias
25cm = 40 fatias
30cm = 64 fatias
Tabela de rendimento da Wilton, curso do Senac.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dicas de Mestre: Escola de gastronomia e confeitaria do Senac

Dicas de Mestre: Escola de gastronomia e confeitaria do Senac.


Intruções:

1. Leia toda a receita e tenha certeza de ter todos os ingredientes para assar o seu bolo perfeito. Se você esquecer de um ingrediente ou colocar um errado, o resultado pode ser desastroso. Retire os ingredientes que ficam na geladeira para fora e deixem que cheguem na temperatura ambiente. (Ovos – não mais que 30 min antes da hora da preparação)

2. Tenha certeza que você tem as formas corretas. Tamanhos impróprios causam bolos cozidos em excesso, pouco cozidos ou feios. Unte o interior usando manteiga e farinha e retire o excesso. Reserve.

3. Pré-aqueça o forno com a temperatura especificada na receita, por pelo menos 20 minutos antes de assar o bolo. A posição da prateleira é mais um ponto importante. Antes de ligar o forno, ajuste a prateleira à posição designada pela receita. Para bolos a melhor posição é no centro do forno. A temperatura do forno para bolo simples deve ser de 180°C, ou seja, forno médio.

4. Meça exatamento todos os ingredientes usando copos medidores para secos e líquidos. Peneire todos os ingredientes secos. Bater bem a manteiga e o açúcar, até ficar um creme esbranquiçado. Acrescentar as gemas e continuar batendo.
Acrescentar as farinhas e o líquido, por etapas alternadas, para obter uma mistura homogênea. Acrescentar delicadamente as claras batidas em neve, para que o ar não se perca. O fermento em pó deve ser acrescentado só no final da preparação para que sua ação não seja enfraquecida.

5. Encha 2/3 das formas com o bolo e em alguns casos dê uns tapinhas com a forma em cima da mesa para que as bolhas de ar subam para a superfície.

6. Fique sempre de olho no tempo, se você possuir um timer, use-o. Não abrir o forno antes de 15 a 20 minutos.Uma boa regra é sempre conferir o bolo 8 minutos antes do tempo estipulado pela receita. Faça o teste do palito: insira um palito no centro do bolo para checar a consistência, se ele sair limpo o bolo está pronto, mas se sair sujo espere mais 4 minutos e olhe novamente.

7. Retire a forma do forno e coloque sobre algum tipo de grelha e deixe esfriar de 10 a 20 minutos. Passe uma faca em volta da borda da forma para soltar o bolo. Segurando a grelha sobre a forma, gire para retirar o bolo. Deixe esfriar completamente.

Os Ingredientes:

A Gordura – faz o bolo ficar macio, atenuando a ação da farinha. Para que as gorduras fiquem bem misturadas, devem ser batidas energicamente com o açúcar. O excesso de gordura pode deixar o bolo pesado, compacto, indigesto. Sua falta faz com que o bolo fique seco, duro.

O amido de milho – deixa à massa leve, mais leve que a farinha de trigo, vai permitir que seu bolo fique mais macio e saboroso.

O Açucar – na maioria das receitas, deve ser batido com a manteiga, pois da combinação destes dois elementos resulta a maior delicadeza da massa. O excesso de açúcar faz o bolo ficar com textura desigual, levemente grossa, impedindo seu crescimento.

Os Ovos – as gemas ajudam a estabilizar, dar liga à massa. Devem ser batidas com o açúcar e a manteiga. A s claras que dão leveza à massa devem ser batidas em neve para fornecer maior quantidade de ar. Só devem ser acrescentadas à massa no final, delicadamente, para que o ar não se perca.

O Fermento – o fermento em pó deve ser acrescentado só no final da preparação para que sua ação não seja enfraquecida, pois começa a agir quando entra em contato com os líquidos frios.

O Óleo – o óleo além do sabor, impede que o glúten se forme, pois vai envolver as proteínas da farinha, impedindo que elas se liguem entre si. Vai portanto contribuir para o bolo ficar mais macio.

O Leite – o leite vai fornecer água para além da existente nos ovos, que vai contribuir para tornar o bolo mais úmido e gostoso.

A Água - quando feito com água, o bolo fica mais leve e não tao pesado e nutritivo como quando feito com leite.Também para quem é alérgico ao leite sempre tem como opção a água ou para quem não goste de leite.

O Leite e a Água morna – a água ou o lente morno ativa o efeito do fermento que vai na massa, produzindo milhões de bolhinhas, portanto contribui para tornar os bolos mais leves.

O Bicarbonato de Sódio – como o fermento ele serve para fazer o bolo crescer, ele é também adicionado junto com o fermento para neutralizar alguns ácidos na receita (vinagre, iogurte, chocolate, etc) e para adicionar maciez. Mas para o bolo crescer melhor prefira sempre o fermento. E serve também para realçar a cor do bolo principalmente em bolos de chocolate.

Recheio e Cobertura – até os mais simples bolos se transformam em grandes super-receitas quando recebem um delicioso recheio. E se tiverem um acabamento caprichado, melhor ainda, pois podem até virar bolo de festa. Branquinho, brigadeiro, leite condensado, doce de leite são algumas sugestões que podem incrementar a sua receita. Ah, importante: o bolo deve estar completamente frio para receber recheio ou cobertura. E também deixe esfriar a cobertura e o recheio por cerca de 2 horas na geladeira antes de usa-los.

Problemas:

Um bolo afundado no meio:
-Excesso de líquido
-Insuficiência de qualquer dos ingredientes secos
-Excesso de açúcar ou fermento (a massa escurece)
-Temperatura do forno alta demais
-Porta do forno aberta antes do tempo mínimo de cozimento
-Mistura leve colocada em fôrma grande e funda

Um bolo “solado” (achatado):
-Fermento vencido ou em pouca quantidade
-Líquido em excesso ou ovos em falta
-Pouca massa para uma fôrma grande
-Quantidade insuficiente de açúcar
-Mistura muito batida após inclusão da farinha
-Excesso de farinha

Um bolo compacto, pesado:
-excesso de gordura

O meio mais crescido e a superfície achatada:
-Forma colocada em grade muito alta
-Temperatura excessiva, formando rapidamente uma crosta sobre a massa.

Pão-de-ló com superfície irregular/rachada:
-Forma pequena
-Excesso de fermento
-Forno quente demais
-Massa assada em excesso

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Psyllium por Juliana Crucinsky

Psyllium: Nutricionista Dra. Juliana Crucinsky








O consumo de fibras é fundamental para normalizar as funções gastrointestinais e prevenir constipação, além de ser um poderoso aliado no combate a doenças cardiovasculares e diabetes.

Uma fonte de fibra ainda pouco conhecida no Brasil é o Psyllium, derivado da semente da planta Platango Ovata, muito popular na Índia e no Paquistão. Além de regularizar o intestino, ele ajuda no controle da glicemia, dos níveis de colesterol e até do peso, pois, como é próprio das fibras, ele aumenta a sensação de saciedade.

De acordo com a nutricionista Juliana Crucinsky, o psyllium pode ser utilizado em receitas ou como suplemento de fibra, se a alimentação não estiver sendo capaz de suprir toda a quantidade de fibras necessárias. “Neste caso, o psyllium deve obrigatoriamente ser tomado com água, e é necessário aumentar a ingestão de líquidos durante todo o dia para não causar constipação intestinal, devido às propriedades de retenção de água deste ingrediente”, explica Juliana, que alerta: o uso do psyllium como suplemento de fibras deve ser devidamente orientado por um nutricionista ou médico, para não interferir na absorção dos nutrientes e de medicamentos em uso.

Maciez e elasticidade


Outra vantagem desta semente é que ela confere elasticidade e maciez às receitas, sobretudo de pães, bolos e biscoitos, aproximando-as da textura das massas feitas com farinha de trigo. “Quando tentamos substituir farinhas contendo glúten por outras isentas desta proteína, como a farinha de arroz, de milho ou polvilho, as receitas tendem a ficar mais ressecadas. Então, o psyllium pode ser utilizado como uma espécie de substituto do glúten nesse aspecto, para deixar as preparações mais macias”, diz a nutricionista.

Hoje, não é muito difícil encontrar este ingrediente no Brasil em lojas de produtos naturais e de suplementos, ou até mesmo em farmácias de manipulação. Porém, é preciso estar atento para o risco de contaminação cruzada quando se compra o produto a granel – algumas lojas utilizam o mesmo pegador para todos os tipos de produtos, inclusive farinhas e farelos de trigo, o que pode oferecer riscos aos celíacos. Na dúvida, pergunte sempre ao lojista se houve manipulação de ingredientes contendo glúten e se a higienização dos pegadores foi feita corretamente. Outra dica é comprar psyllium nas versões em cápsulas ou sachês, que vêm em embalagens fechadas. Basta abrir as capsulas e usar o pó. 12 cápsulas equivalem a 1 colher de sopa rasa de psyllium.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Você sabe congelar e descongelar alimentos: Salgados

Você congelar e descongelar alimentos:Salgados





Congelando

Modele os salgadinhos de sua preferência e, se forem fritos, empane-os de acordo com a receita. Coloque-os em uma fôrma, um ao lado do outro, sempre deixando espaço entre ele.
Leve a fôrma ao congelador por aproximadamente 2 horas, ou até que os salgadinhos estejam levemente congelados.
Depois, retire os salgadinhos do congelador e coloque-os em um saco plástico (próprio para alimentos). Feche, coloque etiqueta com dados sobre o salgado, data e validade e leve ao congelador por aproximadamente 3 meses.

Descongelando

Para salgadinhos fritos: Retire os salgadinhos na véspera e deixe-os na geladeira até descongelar. Frite-os aos poucos, em óleo quente até dourar. Essa técnica de descongelamento evita que o recheio permaneça frio depois de frito.
Para salgadinhos assados: Retire os salgadinhos na véspera e deixe-os na geladeira até descongelar. Transfira os salgadinhos para uma fôrma e leve ao forno médio, preaquecido, cobertos com papel alumínio nos primeiros 15 minutos. Retire o papel alumínio e deixe que terminem de assar até ficarem dourados.

Tipos de sal e de açúcar que usamos em uma receita

Tipos de sal e de açúcar que usamos em uma receita:





TIPOS DE SAL:

1) Light: o sal light foi criado para diminuir a quantidade de sódio consumido, já que este mineral adere à parede das artérias, contribuindo para elevar a pressão sanguínea. O sal light possui menos da metade de sódio encontrada no sal branco refinado. No entanto, o sabor é um pouco amargo.

2) Flor de sal: esta é conhecida como uma das mais delicadas versões de sal. O ideal é acrescentá-lo após o preparo, quando o fogo já estiver desligado. Combina perfeitamente com carnes vermelhas, mas pode ser adicionado a qualquer prato, pois é capaz de realçar o sabor, sem fazer com que o alimento perca sua característica original. Esbanja quantidades de magnésio, iodo e potássio. É formado nas superfícies das salinas e, devido à ação do vento, adquire o aspecto de pequenos cristais. Apesar de produzido em diversos locais, o mais famoso é o da região de Guerande, norte da França.

3) Sal rosa: as reservas do sal rosa estão localizadas principalmente no Peru, no Vale Sagrado dos Incas, onde existia um oceano, há mais de dois mil anos. A água salobra brota do subsolo em pequenas poças e, com a evaporação, dá origem aos cristais de tom rosado. Seus grãos têm um elevado índice de umidade, com uma aparência grudenta, além de um sabor forte. Está entre as opções com menor teor de sódio e é ideal para temperar peixes crus, frutos do mar e aves.

4) Sal defumado: a aparência cinza revela um gosto levemente adocicado. Bastante produzido na França, lá o sal é defumado pela fumaça fria proveniente da queima de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho. Em alguns locais é produzido ao colocar o sal comum em contato com a fumaça da queima de uma madeira aromática, como carvalho ou cerejeira. É bastante versátil e combina com pratos vegetarianos, carnes, aves e peixes. Mas controle-se: tem quase a mesma quantidade de sódio do sal comum.

5) Sal marinho: é considerado uma alternativa mais saudável que o sal refinado, que leva aditivos como o iodeto e agentes antiaglomerantes. O sal marinho é obtido pela evaporação da água do mar e seu conteúdo mineral lhe dá um sabor diferente do sal de mesa, que é obtido a partir de rochas. No Brasil, este é o tipo de sal mais comum e barato e é bastante produzido no Rio Grande do Norte.

6) Sal negro: este tipo de sal também é conhecido como Kala Namak e é obtido em reservas naturais da região central da Índia. Além da cor ser totalmente diferente do sal tradicional, o sabor também não é nada comum e, para muitos, lembra o de gema de ovo. Sua textura é crocante e muito solúvel e, por isso, é ideal para ser adicionado aos molhos, saladas e massas.

7) Sal rosa do Himalaia: este sal vindo da Ásia é um pouco mais caro que os outros sais importados. Este condimento é encontrado nos pés da montanha do Himalaia, uma região que já foi banhada por mar. O tom rosado se deve aos minerais presentes nele, como o ferro e o manganês. Como o sabor não é muito diferente, se mal usado pode se perder em meio aos ingredientes do prato. Carnes grelhadas, saladas com azeite e legumes na manteiga são boas opções para este sal. Porém, deve-se evitar as receitas com caldos, e, em carnes, deve ser aplicado na hora do preparo, já que tende a ressecar os alimentos porque atrai água.

8) Sal líquido: este sal é obtido pela dissolução de sal marinho em água mineral. Tem sabor suave e pode ser adicionado a todos os alimentos, principalmente em saladas. Esta versão salga menos, mas tem menos sódio que os convencionais.

9) Sal do Havaí: nesta região o sal é rosado. Rico em ferro, preserva o sabor ferroso de forma suave. Vai bem com molhos, saladas, vegetais e grelhados de carne vermelha. Seus grãos são maiores que os do sal comum. Entretanto, a quantidade de sódio é alta e deve ser consumido de forma moderada.

10) Sal grosso: os cristais grandes preservam as propriedades dos alimentos e evitam o ressecamento. É usado principalmente em carnes que vão à churrasqueira e naquelas assadas em uma espécie de invólucro.

11) Sal de aipo: o sal de aipo é basicamente o sal de mesa misturado com grãos de aipo secos e moídos. É utilizado para dar sabor em caldos e sopas.



TIPOS DE AÇÚCAR:

Açúcar refinado: em seu processo de refinamento, aditivos químicos como o enxofre deixam o produto bem branco e saboroso. Esse processo, porém, retira praticamente todas as vitaminas e minerais do açúcar, que se torna um produto de calorias vazias, ou seja, sem nutrientes.

- Açúcar cristal: é aquele açúcar que apresenta cristais maiores, um pouco difíceis de serem dissolvidos na água. É muito usado em receitas de doces. Depois do cozimento, os cristais passam por um processo de refinamento mais brando que aquele sofrido pelo refinado. Ainda assim, 90% dos nutrientes são perdidos.

- Açúcar demerara: sua aparência e sabor são similares ao açúcar cristal, porém exibe uma tonalidade dourada, ou marrom. Isso porque ele passa por um refinamento leve e não recebe nenhum aditivo químico. Praticamente todos os nutrientes são preservados, mantendo alto teor de cálcio, fósforo, potássio e magnésio, além de vitaminas do complexo B e C.

- Açúcar mascavo: este açúcar se forma após o resfriamento do xarope proveniente do caldo da cana e não passa por nenhum processo de refinamento. Por isso, ele possui o maior valor nutricional entre os tipos de açúcar. Seria o equivalente ao trigo ou ao arroz integral. Ele é úmido e escuro e possui um gosto marcante, próximo à rapadura, o que dificulta a sua popularidade.

AGAVE:
O agave é uma planta mexicana, de onde é retirado um xarope adocicado, com a consistência do mel, que pode ser usado para adoçar comidas e bebidas sem preocupação, pois não engorda: tem apenas 3,34 calorias por grama. “O agave é uma opção mais saudável porque é um alimento orgânico, de baixo índice glicêmico e que apresenta poder adoçante maior do que o açúcar comum”, diz a nutricionista Juliana Dragone.

Por ser natural, o agave também possui várias vantagens, segundo a nutricionista Bruna Murta, da Mundo Verde, pois realça o sabor dos alimentos e tem absorção mais lenta, sendo indicado para quem quer emagrecer. “O grande benefício é ser um produto orgânico, livre de contaminação química, 100% natural, sem glúten e sem lactose”, explica.

É versátil: pode ser usado também no preparo de alimentos, como bolos e tortas. Mas deve ser consumido com moderação: por ser fonte de frutose, seu consumo exagerado pode aumentar os níveis de triglicérides e de glicemia, não sendo indicado para diabéticos(??).

“O agave é um grande aliado para quem busca uma alimentação saudável. É uma opção nutritiva, rica em sais minerais (ferro, cálcio, potássio e magnésio)”, diz a nutricionista Bruna di Chiara Passos. Popular em vários países, como Estados Unidos, Canadá e México, já está sendo comercializado no Brasil, mas apenas em lojas de produtos naturais, com preço ainda não muito doce: uma embalagem de 330 gramas custa cerca de R$ 19,00.

É 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio.

O extrato de Agave quando usado no lugar do açúcar tem efeito coadjuvante no emagrecimento, pois tem menos calorias e menor indice glicemico; Ainda devido ao baixo indice glicemico pode atuar como protetor contra diabetes – como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção de diabetes.

Como edulcorante (adoçante); Para adoçar 250ml de suco substitua 1 colher de sopa de açúcar (15g) por 1 colher de sobremesa de Extrato de Agave (10g)
Potencializador de sabor – realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos; Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de Extrato de Agave.

Na culinária, pode ser usado no dia a dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como sobremesas, waffles, pães, panquecas, bolos e muito mais.

O Extrato de Agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente que o mel ou o melado e não açucara.


Fonte: http://www.buscasaude.com.br

segunda-feira, 4 de março de 2013

Dicas, orientações e métodos!!!

Tenho sentido que as pessoas tem muitas dificuldades de executar algumas receitas, e muitas vezes acham que são incapazes na cozinha...e isso não é verdade. Temos que seguir alguns passos para que tudo fique maravilhoso!


MÉTODOS DE PREPARAÇÃO DE BOLOS:

Existem seis métodos básicos de como se preparar um bolo. O resumo abaixo mostra os seis, do mais simples ao mais complicado. As instruções a seguir dão uma idéia de como os métodos funcionam. Depois, cada receita dará instruções completas.

MÉTODO UMA MISTURA SÓ
Peneire a farinha e o fermento numa tigela. Junte o açúcar e todos os outros ingredientes. Misture bem até que a massa esteja bem uniforme.
A mistura deve ser de consistência grossa, mas é leve e brilhante. Pode ser despejada ou colocada na forma às colheradas.

MÉTODO SECOS E MOLHADOS
Meça os ingredientes secos e ponha-os numa tigela. Numa jarra, meça e misture os ingredientes molhados. Se estiver usando açúcar comum, misture-o à farinha. Se usar açúcar mascavo, dissolva-o no líquido. Então misture o conteúdo da tigela e o da jarra e bata com uma colher de pau por um ou dois minutos. A mistura é leve e mais ou menos líquida. Pode ser despejada ou colocada na forma às colheradas.

MÉTODO DE DERRETER
Este método é usado nos bolos que levam mel, melado, ou às vezes frutas secas. Numa panela, sobre fogo brando, derreta a manteiga, o mel, o melado, a rapadura, o açúcar mascavo, etc., até que os ingredientes possam ser misturados. Nunca deixe a mistura ferver. Deixe a mistura esfriar e então, junte os demais ingredientes, sem bater. A mistura final não deve ser muito líquida, e pode ser colocada na forma às colheradas.

MÉTODO DE ESFARELAR
Peneire a farinha e o fermento numa tigela. Separadamente, corte a manteiga ou margarina fria em pedacinhos bem pequenos. Junte esses cubinhos à farinha e misture com os dedos, até que a mistura se pareça com uma farofa, e que não contenha nenhuma pelota de manteiga. Junte os demais ingredientes. A mistura final é espessa, e pode ser colocada na forma às colheradas.

MÉTODO DE BATER COMO CREME
Este é o método mais difícil e que requer mais tempo. Use-o somente em ocasiões especiais, a não ser que você goste de bater, mexer com cuidado, etc. Este método precisa ser seguido com cuidado porque o sucesso do bolo depende da quantidade de ar que foi adicionada à massa do bolo. Por sua vez, a quantidade de ar depende de como a massa foi batida. Pode-se usar uma batedeira ou um batedor de ovos.
Ponha a margarina ou a manteiga amolecida e o açúcar numa tigela grande. Bata rápido e com força por dez minutos até que a mistura esteja leve e cremosa. Junte o leite e bata até que a mistura esteja uniforme. Não se preocupe se parecer que a mistura "cortou". Adicione um pouquinho de farinha e a mistura voltará ao normal. Junte o resto do líquido e bata mais devagar, acrescentando a farinha aos poucos e mexendo devagar, num sentido quase horizontal.
A mistura final deve ser grossa, cremosa e mais ou menos opaca. Deve ser colocada na forma às colheradas.

MÉTODO DE FAZER PÃO
Aqueça a água, o leite ou o soro de leite até estar um pouquinho acima da temperatura do corpo (mais ou menos 45°C). Despeje-o numa tigela e junte o fermento. Desmanche o mesmo com um garfo ou um batedor de arame. Junte uma colher de sopa cheia de farinha e misture. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por dez minutos, até que comecem a aparecer bolhas na superfície.
Aos poucos, vá acrescentando o resto da farinha, o sal e o óleo. Misture com uma colher e depois com os dedos. Ou, se preferir, misture a farinha e o sal, e despeje os ingredientes líquidos sobre a mistura seca.
Despeje a mistura sobre uma superfície de madeira ou pedra polvilhada com farinha e sove por pelo menos 10 minutos. Não é necessário sovar toda a massa de uma vez. Ela pode ser sovada aos poucos: divida a massa em pedaços do tamanho de uma laranja e sove por um minuto. Junte toda a massa e faça uma só bola. Coloque-a numa tigela untada com óleo, cubra e deixe descansar por pelo menos 1 hora.
Sove a massa de novo por um minuto e use-a como pede a receita.

COMO ASSAR O BOLO

A PREPARAÇÃO DA ASSADEIRA
Sempre prepare a assadeira ou forma e acenda o forno antes de começar a fazer a massa.
As formas básicas usadas na maioria das receitas são as seguintes:
* Formas retangulares: pequena (18x28 cm) e média (23x35 cm).
* Forma redonda de 20 a 25 cm de diâmetro.
* Forma redonda com um furo no meio, tipo forma para pudim ou também chamada forma americana, de 20 a 25 cm de diâmetro.
* Formas para pão, de ½ kg e de 1 kg.
As formas a serem usadas devem estar limpas e secas, e devem estar à temperatura ambiente.
Unte o fundo e os lados da forma com manteiga ou margarina e polvilhe com farinha. Vire a forma de cabeça para baixo e bata-a com os dedos para retirar o excesso de farinha.
Para certos bolos de frutas, é necessário untar a forma e forrá-la com papel impermeável. Unte novamente com um pouquinho de manteiga ou margarina amolecida. Depois de assado, deixe o bolo esfriar um pouco antes de retirar, com cuidado, o papel.

A PREPARAÇÃO DO FORNO
A massa do bolo deve ser assada assim que estiver pronta. Se isso não for possível, coloque a massa na geladeira até que o forno esteja pronto.
Depois de colocar o bolo no forno, não abra a porta do mesmo por pelo menos 10 minutos, pois o ar frio pode fazer com que o bolo não cresça.


COMO TESTAR O BOLO
Depois de passado o tempo necessário para assar o bolo, abra o forno com cuidado. Use uma luva ou pano grosso e retire o bolo ligeiramente para fora. Enfie um palito ou uma faca de lâmina fina no centro do bolo. Se o palito sair seco, retire o bolo do forno. Se não, deixe o bolo no forno por mais 5 minutos e tente novamente.


DEPOIS DE ASSAR
Depois de retirar o bolo do forno, deixe-o ainda na forma por uns 5 a 10 minutos. O ideal seria deixá-lo esfriar sobre uma tela de arame, de modo que o ar passe por todos os lados da forma.
Retire o bolo do forno de acordo com a receita. Se estiver usando papel impermeável, retire-o antes do bolo esfriar.


COMO CONSERVAR O BOLO
Guarde os bolos comuns num lugar fresco e seco. Bolos com creme chantilly devem ser guardados na geladeira.
Os bolos tipo pão de ló se conservam frescos por 2 ou 3 dias. Os bolos de frutas frescas se conservam por 15 a 20 dias. Os bolos tipo pão doce que levam especiarias devem ser guardados numa lata por pelo menos dois dias antes de servir, pois o sabor melhora durante esse tempo.

O QUE DEU ERRADO?
Em geral, os bolos sem ovos se comportam melhor do que os bolos com ovos. Infelizmente, porém, às vezes nem tudo dá certo. A seguir estão algumas sugestões do que pode ter dado errado. Examine o bolo e veja a lista, e tente evitar o erro da próxima vez.

O BOLO CRESCEU MAS DEPOIS MURCHOU:
* foi usado líquido demais
* foi usado fermento demais
* o forno foi aberto muito cedo

O BOLO TEM GOSTO E CONSISTÊNCIA DE BOLO CRU:
* não foi usado fermento suficiente
* o fermento estava velho
* o bolo não foi assado o suficiente
* a temperatura do forno estava baixa demais
* a temperatura do forno estava alta demais (se a parte de cima do bolo estiver tostada e o resto cru)

O BOLO TEM UMA CONSISTÊNCIA MUITO PESADA:
* não foi usado fermento suficiente
* o fermento estava velho
* foi usada gordura demais

O BOLO ESTÁ SECO:
* foi usado fermento demais
* não foi usado óleo ou manteiga suficiente
* o bolo foi deixado no forno por tempo demais

O BOLO SE ESFARELA E/ OU ESTÁ GRUDENTO:
* foi usado açúcar demais
* foi usado líquido demais

O TOPO DO BOLO ESTÁ RACHADO:
* o forno estava quente demais
* a forma usada devia ser maior
* não havia líquido suficiente na massa


O BOLO ESTÁ MAIS ALTO DE UM LADO DO QUE DO OUTRO:
* o forno esquenta mais de um lado do que do outro
* a prateleira do forno está torta
* a forma foi colocada perto demais de um dos lados do forno


O QUE FAZER QUANDO TUDO DÁ ERRADO
O bolo pode dar errado mesmo nas mãos dos cozinheiros mais experientes do mundo. O segredo é não entrar em pânico nem se desesperar. Com um pouco de paciência nada será desperdiçado — apenas transformado.
Por exemplo, se o bolo fica esfarelado, transforme-o em trufas. Se o bolo murcha, embeba-o em suco de fruta e use-o num pavê. Se as bordas do bolo queimam, corte-as, cubra o resto com Creme de Confeiteiro e dê-lhe um nome bonito..e vá para festa!!!!

Adaptado da Escola de Gastronomia do SENAC.